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5 melhores aplicativos para editar fotos no celular

Há pouco tempo atrás, editar fotos era tarefa para um profissional. Você precisaria de pelo menos assistir alguns vídeos no youtube para aprender um pouco mais sobre photoshop e conseguir fazer algumas edições básicas. Mas hoje em dia, existem muitos aplicativos que facilitaram esse processo. Alguns deles possuem até edições prontas, bastando 1 click para ter a edição desejada. Pensando nisso, separamos uma lista com os 5 melhores aplicativos para editar fotos no celular.

Aplicativos para editar fotos no celular

Pixlr

Se tratando de editar fotos no celular grátis, o Pixlr é com certeza a melhor opção disponível para isso.

Além da vantagem de ser gratuito, o app possui uma interface limpa, livre de anúncios invasivos. Com isso, você tem a melhor experiência editando suas fotos.

O Pixlr oferece milhares de efeitos, molduras, adesivos e várias opções de colagem de fotos entre outros, isso abre espaço para a sua criatividade.

Além disso, o aplicativo fornece um botão “favoritos” para que você possa salvar predefinições e utiliza-las facilmente ao editar novas fotos. Depois de editada a foto, você pode compartilhar diretamente nas suas redes sociais.

O aplicativo está disponível para Android e IOS e também para computador.

PicsArt Photo Studio

O PicsArt é um dos aplicativos mais baixados na Play Store e conta com centenas de opções de personalização para fotos. O app possui um recurso de câmera embutida, além de ter a sua própria rede social de fotos, o que te permite editar as suas fotos e compartilhar com outros editores.

Os seus principais recursos são: O modo pincel, que te permite aplicar efeitos em partes específicas das fotos. Efeitos através da câmera do seu celular ao vivo, entre outras diversas opções.

O aplicativo também é gratuito e está disponível para Android.

Facetune2

O Facetune2 é um aplicativo de edição de fotos grátis para Android. Fácil de utilizar, o aplicativo possui recursos como aplicar maquiagens, melhorar o brilho da imagem, fazer foto colagem, entre outros.

Na sua última atualização, o aplicativo integrou novas coleções de filtros para retocar fotos e outros recursos de ajuste de imagens bem interessantes. As frequentes atualizações com novas implementações é que destaca o Facetune2 dos demais aplicativos.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente na Play Store.

aplicativos para editar fotos no celular
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Photoshop Express

No começo desse artigo, mencionamos a dificuldade que era editar fotos caso você fosse um iniciante. Pensando nisso, a Adobe lançou o Photoshop Express que nada mais é do que uma versão simplificada da ferramenta. Com milhares de recursos de edição de fotos, o aplicativo é um fenômeno com milhares de downloads na Play Store.

Além disso, diferente da versão para computadores, o aplicativo é gratuito.

Snapseed

Muito utilizado por influencers digitais, o Snapseed é um excelente aplicativo para editar fotos no celular.

Possui recursos como pacotes de filtros de edição que ganham até mesmo da concorrência, como instagram e snapchat. Além disso, é possível deixar a sua foto com um visual retrô, grunge, ou vintage com apenas 1 click.

Além disso, também é possível incluir molduras, adicionar textos, girar e inclinar as fotos e alterar as suas composições.

O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e IOS.

O que olhar antes de instalar

  • Resolução do arquivo exportado. Alguns reduzem a imagem ao exportar sem assinatura. Se a foto for para impressão, esse item é decisivo.
  • Marca-d’água na versão gratuita. É a pegadinha mais comum: o app deixa editar de graça e carimba a logo na hora de salvar. Verifique antes de investir tempo.
  • Peso do aplicativo. Editores completos passam de 300 MB. Em aparelho com pouco espaço, um app leve resolve o básico sem travar.
  • Preserva o original. Bons editores salvam uma cópia. Desconfie de qualquer app que sobrescreva o arquivo direto.

O que esses aplicativos não fazem

Antes de instalar, vale alinhar a expectativa: há coisas que nenhum aplicativo dessa categoria entrega.

  • Não recuperam detalhe que não existe no arquivo. Aumentar a resolução reconstrói pixels por estimativa — não revela informação perdida.
  • Não removem marca-d’água de foto de terceiros. Além de não funcionar bem, o uso da imagem sem licença é violação de direito autoral.
  • Filtro de beleza altera a imagem; não altera a pessoa. Vale lembrar disso ao comparar o resultado com uma foto sem edição.
  • Recuperação de foto apagada só funciona sobre o que ainda não foi sobrescrito, e a chance cai a cada uso do aparelho.

Perguntas frequentes

Vale pagar a versão premium?

Vale se você edita com frequência e precisa de exportação em alta ou de remover a marca-d’água. Para uso ocasional, o gratuito resolve.

Minhas fotos vão para a nuvem?

Depende do aplicativo. Os que fazem tudo no aparelho funcionam offline; os que usam servidor enviam a imagem para fora.

Qual formato salvar?

JPEG para uso comum, PNG quando houver transparência ou texto, e o formato original quando for arquivar.

A foto perde qualidade ao editar?

Cada exportação recomprime o arquivo. Edite uma vez e salve, em vez de salvar a cada ajuste.

Editor gratuito é seguro?

Verifique as permissões pedidas. Um editor de fotos não precisa de acesso a contatos, mensagens ou microfone.

Passo a passo para começar

  1. Ajuste luz antes de aplicar filtro. Exposição, contraste e sombras primeiro; filtro depois. Na ordem inversa, o filtro amplifica o defeito.
  2. Corte pensando em onde a foto vai. Quadrado e vertical 4:5 para rede social, 16:9 para tela. Cortar depois de exportar recomprime de novo.
  3. Exporte na maior qualidade disponível. Se for imprimir, procure a opção de exportação em alta — algumas versões gratuitas reduzem sem avisar.
  4. Salve uma vez só. Cada exportação recomprime o arquivo. Faça todos os ajustes e exporte no fim.

Armadilhas que pegam quase todo mundo

  • Conceder acesso a todas as fotos quando o app só precisa de uma.
  • Salvar a cada ajuste e ver a imagem perder nitidez sem entender o motivo.
  • Descobrir a marca-d’água só na hora de exportar, depois de meia hora de edição.
  • Enviar foto de documento ou de criança para editor que processa na nuvem.

O que o próprio celular já faz

O editor da galeria do próprio celular já faz recorte, ajuste de luz, remoção de objeto e correção de perspectiva nas versões recentes do Android e do iPhone. Para ajuste rápido, resolve sem instalar nada e sem enviar a imagem para fora.

A ordem dos ajustes que evita retrabalho

Editar na ordem errada obriga a refazer trabalho, porque cada ajuste altera a base sobre a qual o seguinte age. A sequência abaixo funciona em qualquer editor.

  1. Enquadramento e horizonte. Cortar e endireitar primeiro. Não faz sentido tratar uma área que vai ser descartada.
  2. Exposição geral. Acertar o brilho médio da imagem antes de qualquer coisa localizada.
  3. Altas luzes e sombras. Recuperar detalhe no céu e abrir o que ficou escuro demais.
  4. Contraste e ponto preto. Definir onde começa o preto puro dá estrutura à imagem.
  5. Balanço de branco. Corrigir dominante de cor depois de resolver a luz, porque brilho e cor se influenciam na percepção.
  6. Cor. Saturação, vibração e ajuste por faixa de cor.
  7. Ajustes locais. Pincel, gradiente e seleção em regiões específicas.
  8. Nitidez e ruído. Sempre por último.

A nitidez fica no fim porque funciona aumentando o contraste nas bordas. Aplicar antes de cortar é processar pixels que vão para o lixo, e aplicar antes da exposição faz o realce sumir ou exagerar quando a luz muda.

A redução de ruído fica no mesmo bloco final porque suaviza detalhe. Reduzir ruído antes de levantar a sombra é trabalho perdido: o ruído escondido reaparece.

Saturação, vibração e o custo de levantar sombra

Saturação aumenta a intensidade de todas as cores na mesma proporção. O que já estava forte estoura primeiro, e a pele é a maior vítima: vira laranja com poucos toques no controle.

Vibração age de forma seletiva: puxa as cores fracas, quase não mexe nas intensas e protege os tons de pele. Para foto com pessoa, é a escolha melhor.

Levantar sombra tem um custo que ninguém avisa. A informação nas áreas escuras foi capturada com pouca luz, e é justamente onde o sensor gera mais ruído. Ao clarear essa região, o editor amplifica o que estava lá, incluindo o ruído. Aparecem manchas coloridas e granulação, sobretudo em foto noturna.

Foto levemente subexposta se recupera com algum ruído. Foto com o céu completamente branco não se recupera, porque naquele trecho não há informação registrada.

JPEG, HEIF e RAW: o que cada formato guarda

O formato do arquivo define quanto espaço você tem para editar.

  • JPEG. Comprime descartando informação que o olho percebe menos. A cada nova gravação, o processo se repete sobre a imagem já degradada. Abrir, editar e salvar várias vezes acumula artefato: blocos quadrados em áreas de cor uniforme, borrão em torno de bordas e faixas visíveis no céu.
  • HEIF. Guarda qualidade parecida ocupando cerca de metade do espaço. A contrapartida é a compatibilidade com sistemas e sites antigos.
  • RAW ou DNG. Guarda os dados do sensor com muito mais níveis de tonalidade do que um JPEG, que trabalha com oito bits por canal. É essa margem extra que permite recuperar um céu quase estourado ou abrir uma sombra sem despedaçar a imagem.

O detalhe decisivo é que RAW não se cria depois. Ou a foto foi capturada assim, com a opção ligada na câmera, ou a margem extra não existe. Converter JPEG para DNG não devolve informação nenhuma.

Edição não destrutiva na prática

Editor bom guarda os ajustes como instruções aplicadas sobre o original, o que permite voltar atrás. Nem todo app de celular funciona assim: vários gravam por cima do arquivo.

Duas regras cobrem o risco. Primeira: duplique a foto antes de começar e edite a cópia. Segunda: na hora de gravar, procure a opção de salvar como cópia ou exportar, em vez de simplesmente salvar.

Evite também a cadeia de edições em apps diferentes: salvar em um, abrir em outro e passar por um terceiro empilha três recompressões. Um editor só, com uma exportação no fim, preserva mais qualidade.

Por que a foto piora ao passar pelo aplicativo de conversa

Serviços de mensagem reduzem o tamanho e recomprimem as imagens para economizar rede e armazenamento. A foto que chega do outro lado tem menos pixels e mais artefato que a original.

A degradação se acumula a cada reencaminhamento, porque cada passagem comprime de novo o que já estava comprimido. É isso que explica as fotos manchadas e cheias de blocos que circulam em grupo há meses.

Quando a qualidade importa, envie como documento ou arquivo em vez de usar a opção de foto: nesse modo o aplicativo transfere o original sem mexer nele. Nuvem e serviço de transferência têm o mesmo efeito.

Duas coisas não resolvem. O print grava só o que a tela exibia, na resolução do display e com mais uma compressão por cima. Ampliar em editor aumenta a contagem de pixels por interpolação, o que gera borrão, não detalhe.

A tela engana e a receita salva tempo

Celulares costumam sair de fábrica com um perfil de cor vivo, que satura o que aparece na tela. Ao editar nessa tela, a tendência é reduzir a cor. A mesma foto vista em um monitor calibrado ou impressa aparece pálida.

Duas providências reduzem o erro: mudar o perfil de cor da tela para o modo natural nas configurações de vídeo e conferir a foto pronta em outro aparelho antes de publicar.

Quando várias fotos vêm do mesmo evento, salve os ajustes como predefinição ou copie o conjunto de ajustes de uma imagem e cole nas demais. A maioria dos editores oferece uma dessas opções. Além de economizar tempo, é o que faz as fotos publicadas juntas parecerem um álbum coerente.

Pedro Lorenzo

Pedro Lorenzo

Estudante de TI. Atualmente, atua como redator do portal Moblander, produzindo conteúdos sobre diversos assuntos de relevância nos dias de hoje.