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Aplicativos de Controle Remoto: quais aparelhos funcionam

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De fato, muitos aplicativos estão disponíveis na loja de aplicativos Android, que é a Play Store do Google, que fazem a função de controle remoto. Com isso, podemos ligar TVs, mudar de canal, aumentar a temperatura do ar-condicionado, mudar músicas no DVD player e muito mais. Mas quais os melhores aplicativos de controle remoto?

Para ajudar você a entender mais sobre os melhores aplicativos de controle remoto, eu preparei o artigo de hoje sobre o assunto. Ficou interessado em saber mais? Então acompanhe comigo agora mesmo!

Quais os melhores aplicativos de controle remoto?

Mi remote

O primeiro aplicativo é o Mi Remote, que, de fato, foi desenvolvido pela Xiaomi. É compatível com qualquer dispositivo e permite que você controle as televisões dos principais fabricantes, como Samsung, Sony ou LG.

Você também pode controlar ar-condicionado, Blu-Ray players ou projetores. Simplificando, tudo o que possui um sensor infravermelho é suscetível de ser controlado com o Mi Remote.

Se o seu celular não tiver um sensor infravermelho, você sempre pode usá-lo para controlar a Mi TV, set-top boxes e qualquer smart TV que suporte protocolos padrão via WiFi. Tem mais de 10 milhões de downloads, uma pontuação de 4,1 estrelas e nem um único anúncio.

Remoto Universal TV

Embora não tenha o design mais agradável, este aplicativo acumula 10 milhões de downloads em seu currículo e uma pontuação maior do que as quatro estrelas.

É tão simples quanto escolher seu modelo na lista disponível e esperar que ele carregue os comandos. Uma coisa a destacar é que ele tem feedback de vibração, o que ajudará você a saber se está pressionando bem a tecla ou não, mas você pode desativá-la se não gostar.

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IRplus

Algo semelhante ao anterior acontece com o IRplus. Ele não tem a interface mais bem projetada, mas suas opções são muito variadas.

Tem muitos modelos compatíveis e o desenvolvedor está adicionando mais constantemente. Na verdade, se você não conseguir encontrar o seu, ele pede que você envie o modelo para que ele possa implementá-lo no banco de dados.

aplicativos de controle remoto
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SURE Universal Remote

SURE tem uma interface bastante agradável e, é claro, é compatível com todos os dispositivos que você deseja, de televisores a condicionadores de ar.

Além disso, ele permite transmitir conteúdo de celular para smart TVs. É totalmente gratuito e, embora tenha uma versão premium, não é necessário para uso básico.

AnyMote Universal Remote

Outro aplicativo de controle remoto muito popular no Google Play é o AnyMote Universal Remote. Tem mais de 10 milhões de downloads e uma pontuação de quatro estrelas com base em 48.000 avaliações.

É compatível com câmeras, DVD players, televisores e qualquer dispositivo que você tenha em casa. Além disso, ele permite que você crie macros para simplificar as opções e reorganizar os botões.

Gostou de saber mais sobre os melhores aplicativos de controle remoto? Então não deixe de acompanhar os demais artigos do blog, tenho muitas outras novidades para você!

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Antes de decidir, confira estes pontos

  • O sistema já faz isso?. Android e iOS trazem lanterna, gravador, scanner de documentos, medidor e leitor de QR nativos. Vale checar antes de instalar mais um app.
  • Modelo de cobrança. Verifique se é gratuito com publicidade, pago uma vez ou por assinatura. Assinatura para tarefa simples raramente compensa.
  • Frequência de atualização. Aplicativo sem atualização há mais de um ano tende a quebrar com a próxima versão do sistema.
  • Funciona offline. Boa parte das utilidades não precisa de internet. Se o app exige conexão para uma tarefa local, vale desconfiar.

O que esses aplicativos não fazem

Toda categoria tem um limite, e conhecer o desta aqui poupa tempo e dinheiro com quem promete além do que existe.

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  • Aplicativos que prometem função impossível costumam ser vitrine de publicidade, e alguns pedem permissões que não deveriam.
  • Nenhum aplicativo aumenta a capacidade real da bateria — o que dá para fazer é reduzir consumo desligando recursos.
  • Não substituem equipamento profissional. Sensores de celular servem para estimativa, não para medição com precisão técnica.
  • Recursos que dependem de hardware ausente não funcionam por software. Sem o sensor, não há aplicativo que resolva.

Perguntas frequentes

O celular já não faz isso sozinho?

Muitas vezes faz. Lanterna, gravador, digitalização de documento, régua e leitor de QR são nativos nas versões recentes.

Como sei se um app é confiável?

Olhe desenvolvedor, número de avaliações, data da última atualização e as permissões solicitadas. Os quatro juntos dizem bastante.

Esses aplicativos são seguros?

Verifique as permissões e a quantidade de avaliações. Utilitário que pede acesso a contatos, mensagens ou acessibilidade sem motivo claro deve ser evitado.

Preciso pagar para usar?

Na maioria das utilidades, não. O gratuito com publicidade resolve, e o pago serve para remover anúncios.

Funciona sem internet?

As que processam localmente, sim. As que dependem de servidor exigem conexão e enviam seus dados para fora.

Como tirar proveito de verdade

  1. Confira o que o aplicativo pede na instalação. Compare as permissões com o que ele faz. É o teste de confiabilidade mais rápido.
  2. Confira se funciona offline. Se a tarefa é local e mesmo assim exige conexão, seus dados estão indo para um servidor.
  3. Teste a versão gratuita antes de pagar. Veja se o recurso que você quer está fora do plano livre — costuma estar.
  4. Revise o consumo depois de uma semana. Nas configurações, veja bateria e dados por aplicativo e restrinja o que estiver alto.

Erros comuns que custam caro

  • Ignorar que a versão gratuita limita exportação ou aplica marca-d’água.
  • Escolher pela nota média sem ler os comentários recentes e negativos.
  • Acreditar em recurso que o hardware do aparelho não suporta.
  • Instalar vários aplicativos que fazem a mesma coisa, todos rodando em segundo plano.

Antes de instalar: o que já está no aparelho

Vale abrir a busca das configurações do celular antes de instalar: Android e iPhone já trazem várias funções prontas, e a nativa costuma consumir menos bateria e não pedir permissão nenhuma além da necessária.

Duas famílias de controle que só têm o nome em comum

Quando o mesmo aplicativo funciona no celular do vizinho e não no seu, a explicação quase sempre é hardware, não configuração. Existem duas tecnologias diferentes debaixo do rótulo “controle remoto”, e elas não se substituem.

A primeira é o controle por infravermelho. É o mesmo princípio do controle de plástico que veio na caixa da TV: uma luz invisível pisca em um código, e o sensor do aparelho lê esse piscar. Para o celular fazer isso, ele precisa ter um emissor de infravermelho físico embutido.

A segunda é o controle por rede. Aqui o celular não emite luz nenhuma: ele manda um comando pelo Wi-Fi ou pelo Bluetooth para um aparelho que também está conectado. Serve para TVs conectadas, caixas de streaming, videogames, lâmpadas e tomadas inteligentes.

Nenhum aplicativo instala hardware. Se o celular não tem emissor de infravermelho, não existe app, versão paga ou truque de configuração que faça o aparelho passar a emitir. Essa é a razão de tantas avaliações irritadas em aplicativos que funcionam perfeitamente para outras pessoas.

Como saber se o seu celular tem emissor de infravermelho

A maioria dos celulares vendidos hoje não traz o componente. Ele foi comum em algumas linhas por alguns anos e depois saiu da lista de prioridades dos fabricantes. Três formas de verificar:

  • Ficha técnica do modelo exato. Procure por “infravermelho”, “IR blaster” ou “emissor IR” na especificação do seu modelo, e não da família toda. É comum uma versão do aparelho ter e outra não.
  • Olhar a borda superior. O emissor aparece como uma janelinha escura e pequena, quase sempre no topo do aparelho, perto do microfone secundário.
  • Ver se já veio um app de fábrica. Fabricantes que incluem o componente costumam entregar o próprio aplicativo de controle instalado. A presença dele é um bom indício; a ausência não prova nada sozinha.

O que fazer quando o aparelho não tem o componente

O primeiro é um adaptador de infravermelho ligado na porta USB-C do celular. É uma peça pequena, que precisa de um aplicativo compatível com ela e transforma o conjunto em um emissor. A limitação é operacional: o adaptador fica pendurado no aparelho e precisa estar por perto na hora de usar.

O segundo costuma render mais no dia a dia. É um emissor de casa inteligente, uma peça independente que fica ligada na tomada e conectada ao Wi-Fi. O celular envia o comando pela rede até essa peça, e ela reproduz o sinal de infravermelho na sala.

Controlar pela rede: fabricante, HDMI e a diferença entre espelhar e transmitir

Quando a TV está conectada à mesma rede do celular, o caminho mais direto é o aplicativo do próprio fabricante do aparelho. Ele conversa por protocolo proprietário, costuma incluir teclado na tela para digitar buscas e não depende de mira.

O HDMI-CEC é outro recurso pouco usado e útil. Ele permite que aparelhos ligados por cabo HDMI mandem comandos uns aos outros, de modo que ligar a caixa de streaming acenda a TV e mude a entrada sozinha. O nome muda conforme a marca, e às vezes vem desativado de fábrica no menu de configurações.

Vale separar três funções que são confundidas o tempo todo:

  • Controlar é enviar comandos de botão, como volume, canal e navegação no menu.
  • Espelhar é duplicar a tela do celular na TV, com tudo o que aparece nela.
  • Transmitir é mandar o endereço do vídeo para a TV buscar sozinha, deixando o celular livre para outras coisas.

Os limites físicos que geram reclamação

O infravermelho é luz. Ele depende de linha de visada, tem alcance curto e não atravessa parede, porta de armário nem móvel. Fora do ângulo, o sensor do aparelho não recebe o comando.

Ar-condicionado quase sempre entra nessa categoria. Além da mira, o protocolo é diferente do de uma TV: o controle envia o estado completo do aparelho a cada toque, com temperatura, modo e velocidade juntos, o que torna a compatibilidade mais sensível ao modelo exato.

Isso explica por que o aplicativo pede marca e modelo, e por que às vezes é preciso testar vários códigos até um funcionar. Cada fabricante usa a própria tabela de comandos, e um mesmo fabricante mudou a tabela ao longo dos anos.

No controle por rede, o incômodo é outro: latência. O comando sai do celular, passa pelo roteador e chega ao aparelho, o que gera um atraso perceptível em relação ao controle físico.

E existe uma limitação óbvia que causa muita confusão: TV desconectada da rede, ou desligada da tomada, não recebe comando pelo aplicativo. Só o infravermelho consegue ligar um aparelho que está em espera, porque o sensor continua alimentado.

Permissões que não combinam com um controle remoto

Um aplicativo de controle precisa de muito pouco. Para infravermelho, do acesso ao emissor. Para rede, de encontrar aparelhos no Wi-Fi ou do Bluetooth.

Pedidos de acesso a contatos, mensagens SMS, registro de chamadas ou microfone não têm função nesse tipo de aplicativo. A exceção é o comando por voz, que justifica o microfone e deve ser opcional.

Vale checar também a permissão de localização. Em versões do Android, ela é exigida pelo sistema para procurar dispositivos por Bluetooth ou ler informações da rede Wi-Fi, o que é legítimo. Fora desse contexto, é sinal de coleta de dados sem relação com a função do aplicativo.

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Pedro Lorenzo

Pedro Lorenzo

Estudante de TI. Atualmente, atua como redator do portal Moblander, produzindo conteúdos sobre diversos assuntos de relevância nos dias de hoje.