Os dias em que você poderia compartilhar uma foto simples em uma postagem no Instagram acabaram. Agora, você não só pode compartilhar vídeos, mas com o IGTV, você pode compartilhar dez minutos de vídeo em uma única postagem no Instagram. Diante disso, muitas pessoas se perguntam como baixar vídeos do Instagram.
De fato, essa é uma dúvida pertinente, afinal de contas, estamos na era dos vídeos.Por isso, vamos ver em todos os detalhes como baixar vídeos do Instagram.
Como baixar vídeos do Instagram?
No Android
No android, você encontrará uma abundância de aplicativos quando quiser baixar vídeos do Instagram para o seu telefone Android.
Pesquise na Google Play Store “Baixar vídeos do Instagram” e verifique as avaliações dos clientes em alguns dos aplicativos mais bem avaliados. Ou não hesite em usar o aplicativo que vou te mostrar imediatamente.
1. Baixe o aplicativo na Google Play Store.
Vá para a Google Play Store e baixe o aplicativo de “Baixar vídeos do Instagram”
2. Vá para o Instagram
Abra o Instagram no seu telefone e navegue até a postagem que deseja baixar e, em seguida, clique na postagem que você escolheu.
3. Toque nos três pontos
No canto superior direito do post, você verá três pontos verticais. Clique nesses três pontos e um menu aparecerá.
4. Copie o link da postagem do Instagram
Nas opções de menu exibidas, toque na opção que diz “Copiar link”.
Assim que você fizer isso, o aplicativo gravará automaticamente o vídeo na galeria do seu telefone.
Os vídeos baixados estão na galeria do seu telefone em um novo álbum que foi criado automaticamente, chamado “InstaDownload”.
Você também pode encontrar seus vídeos baixados do Insta abrindo o próprio aplicativo.
Ao clicar em “Histórico”, você verá todos os vídeos que gravou com o aplicativo. Para compartilhar um desses vídeos em sua própria conta (com crédito ao criador, é claro!), pressione o botão que diz “Editar”.

iPhone
Tal como acontece com o download de vídeos do Instagram para um Android, você também pode usar um aplicativo que pode ser baixado da loja de aplicativos. O processo geralmente permanecerá o mesmo apresentado anteriormente.
Mas, em nossa opinião, esses aplicativos não são necessariamente a maneira mais rápida de gravar um vídeo do Instagram, e é por isso que apresentamos a solução de captura de tela de vídeo.
As capturas de tela de vídeo são muito simples no iPhone, aqui estão os passos a seguir:
- Vá para Configurações > Central de Controle > Personalizar comandos e toque em “gravação de tela”.
- Acesse seu centro de controle
- Toque no ícone cinza de gravação para iniciar a gravação.
- Grave o vídeo do Instagram que você queria gravar
Pare de gravar clicando no mesmo botão de antes que aparece em vermelho. Agora você pode encontrar seu vídeo gravado na sua galeria. Tudo o que você precisa fazer é editar seu vídeo para ter apenas o conteúdo de vídeo desejado.
Muito simples e prático, não é mesmo?
Veja também:
Aplicativos para ver futebol ao vivo
Aplicativos para fazer convite virtual grátis
Aplicativos para fazer letreiro digital no celular
Critérios que fazem diferença na escolha
- Download para assistir offline. Nem todo serviço permite, e os que permitem costumam restringir por título e por prazo de validade do arquivo.
- Cancelamento sem fidelidade. Serviços de streaming em geral não têm fidelidade, mas vale confirmar antes — e lembrar que o acesso segue até o fim do ciclo já pago.
- Quantas telas ao mesmo tempo. Planos mais baratos costumam limitar a uma tela e à qualidade padrão. Se a casa assiste em paralelo, esse é o item que mais pesa.
- Compatibilidade com a sua TV. Aplicativos costumam sair de TVs mais antigas. Antes de assinar, confirme se o app existe e ainda recebe atualização no seu modelo.
O que esses aplicativos não fazem
Vale saber o que está fora do alcance dessa categoria — é o que evita frustração e, principalmente, evita cair em quem promete o impossível.
- Conteúdo ao vivo, principalmente esporte, quase nunca entra nos planos gratuitos.
- O catálogo muda todo mês, porque as licenças vencem. Título disponível hoje pode sair sem aviso.
- Não substituem a assinatura. Alguns funcionam como buscador e apenas indicam onde o título está disponível.
- Não liberam conteúdo pago de outros serviços. Aplicativo que promete o catálogo de várias plataformas de graça é pirataria ou golpe.
Perguntas frequentes
Consigo assistir em mais de uma tela?
Depende do plano. Os mais baratos costumam liberar apenas uma tela simultânea.
Posso baixar filme para sempre?
Não. O download é temporário, expira e depende de você renovar dentro do aplicativo.
Dá para assistir sem internet?
Só com download prévio, quando o serviço permite. O arquivo fica dentro do aplicativo, com prazo de validade, e não vira um vídeo comum na galeria.
Preciso de conta para usar?
A maioria pede cadastro, mesmo nos gratuitos, para salvar histórico e continuar de onde parou.
Vale assinar mais de um serviço?
Depende do que você assiste. Como não há fidelidade, muita gente alterna: assina um mês, termina as séries e troca.
O que fazer, na ordem
- Ajuste a qualidade no celular. Nos ajustes do aplicativo, defina qualidade menor para dados móveis e alta só no Wi-Fi. Uma hora em alta passa de 1 GB.
- Configure o perfil e a classificação. Perfis separados evitam que a recomendação de um bagunce a do outro, e a trava por idade protege quem usa a mesma conta.
- Comece pelo teste gratuito. Quando existir, marque no calendário o dia anterior ao fim do período. É onde a maioria das cobranças indesejadas nasce.
- Baixe antes de sair de casa. Se o serviço permitir download, deixe os episódios prontos no Wi-Fi. O arquivo fica dentro do app e expira, mas resolve a viagem.
Onde a maioria escorrega
- Assinar o plano básico esperando 4K — a qualidade máxima quase sempre está no plano superior.
- Esquecer o teste gratuito correndo e ser cobrado pelo ano inteiro de uma vez.
- Assistir em dados móveis na qualidade alta e estourar a franquia em dois dias.
- Contar com download permanente: o arquivo expira e só reabre com assinatura ativa.
Antes de instalar: o que já está no aparelho
Antes de instalar mais um aplicativo, vale lembrar que a maioria das TVs e dos celulares já traz alguns serviços gratuitos pré-instalados, com filmes e canais abertos sustentados por publicidade. E a transmissão do celular para a TV, por Chromecast ou AirPlay, dispensa instalar o app na televisão.
O vídeo publicado continua sendo de quem gravou
Existe uma confusão comum sobre quem é dono do conteúdo em uma rede social. Publicar não transfere a autoria.
Ao aceitar os termos de uso, a pessoa concede à plataforma uma licença ampla para exibir, distribuir e adaptar aquele material dentro do serviço. Essa licença é da plataforma. Ela não se estende a quem assiste.
No Brasil, a proteção vem da Lei 9.610, de 1998, que trata dos direitos autorais. Ela protege a obra desde a criação, sem necessidade de registro, e reserva ao autor o direito de reproduzir, distribuir e autorizar o uso.
Existem limitações previstas na própria lei para uso privado, sem finalidade de lucro, mas elas são estreitas e não cobrem republicação.
Na prática, isso divide o assunto em dois casos completamente diferentes: guardar um vídeo para assistir depois, no seu aparelho, e publicá-lo de novo em algum lugar. O primeiro é uma questão privada. O segundo envolve o direito de outra pessoa.
Vale notar que a própria plataforma tem um recurso de salvar publicação, que guarda o post em uma coleção dentro da conta e resolve a maior parte dos casos sem baixar arquivo nenhum. E quem quer recuperar o próprio material tem caminho oficial para solicitar uma cópia dos seus dados e das suas mídias.
Crédito não é a mesma coisa que autorização
A cultura de repost criou a impressão de que marcar o autor resolve tudo. Não resolve juridicamente.
Creditar é uma obrigação separada, ligada ao direito moral do autor de ter o nome associado à obra. A autorização para usar é outra coisa, e continua sendo necessária mesmo com o crédito visível.
Na prática, muita gente aceita e até incentiva a republicação quando é marcada, porque isso gera alcance. Isso é um acordo informal, não uma regra. O mesmo autor pode mudar de ideia a qualquer momento.
Quando ele muda, o caminho é conhecido: denúncia por violação de direito autoral dentro da plataforma, remoção da publicação e, em repetição, restrição da conta. Fora da plataforma, cabe responsabilidade civil, com indenização.
O risco muda de escala quando existe dinheiro envolvido. Usar vídeo de terceiro em publicidade, em conteúdo monetizado ou para promover um produto tira o caso do campo do costume e o coloca no campo do uso comercial não autorizado.
O caminho seguro é chato e funciona: pedir autorização por mensagem e guardar a resposta.
Música dentro do vídeo tem duas camadas de direito
Um vídeo com trilha sonora não tem um dono, tem vários. São duas camadas independentes.
A primeira é a composição, que pertence a quem escreveu letra e melodia, normalmente representada por uma editora. A segunda é a gravação específica, chamada fonograma, que pertence a quem produziu aquela versão, em geral a gravadora.
Usar uma música exige acerto com as duas camadas. É por isso que as plataformas mantêm acordos de licenciamento e oferecem um catálogo próprio de áudios: dentro daquele ambiente, o uso está coberto pelo contrato da plataforma.
Esse contrato não acompanha o arquivo quando ele sai dali. É a explicação técnica para o fenômeno que todo mundo já viu: o vídeo republicado aparece mudo, com o áudio substituído ou com um aviso de conteúdo bloqueado.
O reconhecimento é automático. Sistemas de identificação comparam a impressão digital do áudio com um banco de gravações, e isso funciona mesmo com o som alterado ou sobreposto.
O aplicativo que pede o seu login é o risco concreto
Aqui está o perigo real da categoria, e ele não é jurídico.
Nenhum serviço legítimo precisa do seu usuário e da sua senha para lidar com um conteúdo público. Quando um site ou aplicativo pede login para baixar, ele está coletando credencial. O que acontece depois é previsível: acesso à conta, envio de mensagens em seu nome, publicação de golpe para os seus seguidores e, em muitos casos, troca da senha e do e-mail cadastrado para você não conseguir recuperar.
Conta invadida é um problema que se espalha, porque quem confia em você é justamente quem cai no anúncio falso.
Os sinais de alerta são consistentes:
- Pede usuário e senha da rede social, ou pede para você entrar por uma tela parecida com a oficial
- Pede permissão de acessibilidade, que permite ler a tela e simular toques
- Chegou por link de mensagem e é instalado por arquivo fora da loja oficial
- Dispara anúncio de tela cheia a cada toque, inclusive fora do aplicativo
- Pede acesso a SMS, contatos ou registro de chamadas
Duas medidas reduzem muito o estrago. A primeira é ativar a verificação em duas etapas na conta, de preferência por aplicativo autenticador. A segunda é abrir periodicamente a lista de aplicativos e sites conectados à conta e remover tudo que você não reconhece ou não usa mais.
Se a senha já foi digitada em algum lugar suspeito, troque imediatamente e troque também onde essa mesma senha era reaproveitada.
O arquivo baixado nunca é o original
Existe ainda um argumento técnico contra baixar de terceiros, que não tem nada a ver com risco ou com lei.
O vídeo que a plataforma exibe já passou por compressão no envio, e depois é entregue em uma versão adaptada à sua conexão e à sua tela. Não é o arquivo que saiu da câmera.
Quem baixa recebe essa versão já processada. Se em seguida esse arquivo for reenviado para outra rede, ele passa por nova compressão. Cada rodada come detalhe, cria blocos nas áreas de sombra e borra o movimento rápido.
O sinal disso é fácil de reconhecer: contorno cheio de quadradinhos, cor lavada e textura suja em cenas escuras.
Quando o vídeo importa de verdade, o caminho melhor é pedir o arquivo original a quem gravou, enviado como documento em vez de como vídeo, porque esse modo de envio não recomprime. Além de resolver a qualidade, esse pedido resolve a autorização na mesma conversa.
