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Aplicativos para mudar de gênero: 3 boas opções

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Hoje em dia, a inteligência artificial alcançou um nível nunca visto antes. Por isso, aplicativos para mudar de gênero são cada vez mais populares e realistas. Assim, ao longo deste artigo, acompanhe os melhores aplicativos para mudar de gênero.

3 boas opções de aplicativos para mudar de gênero

1. Snapchat

Aparentemente, foi o Snapchat que lançou todo o hype de filtros interativos e confiáveis, e até agora, apenas alguns aplicativos conseguiram reproduzir seus resultados. Portanto, é a melhor opção para mudar de sexo em poucos passos.

O aplicativo inclui um filtro divertido que consiste em tirar uma foto para ver a sua versão feminina ou masculina. Através da inteligência artificial ele calcula e faz projeções de como seria o seu rosto, o que pode dar uma foto bastante confiável.

Por outro lado, o Snapchat também fornece outro filtro divertido que serve a um propósito semelhante. E isso é, se você quiser colocar seu rosto no corpo de sua irmã, amiga ou esposa. Ou ao contrário.

Há também um filtro que permite que você troque os rostos de dois sujeitos, estejam eles na mesma imagem ou sejam duas fotos diferentes. 

Esta é uma opção incrível para experimentar e com a qual você pode brincar com seus amigos.

2. FaceApp

A razão pela qual posicionamos o FaceApp em segundo lugar é porque os resultados que você obtém com ele são realmente muito realistas.

Este aplicativo de origem russa causou uma sensação na Internet por causa de um filtro que pode transformá-lo em uma versão mais antiga ou mais jovem de si mesmo, mas o que mais cativa aqueles que veem os resultados é o realismo com o qual ele é editado.

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Na verdade, o FaceApp é o primeiro aplicativo a alterar as características faciais, incluindo uma mudança de gênero muito eficaz. 

Agora você pode adicionar cabelos e estilos, alterar as características de seus rostos, pintar e ampliar os lábios ou simplesmente fazer uma mudança de fundo para criar uma montagem realista que o coloque em outro lugar.

Contudo, o aplicativo é acusado de ser usado como arma de espionagem, então tenha cuidado.

aplicativos para mudar de gênero
Aplicativos para mudar de gênero. Imagem: Google

3. Face Transformation – Gender Changer

Outra das aplicações para mudar o rosto de um homem para uma mulher com resultados sensacionais é o Face Transformation – Gender Changer, uma aplicação que não tem nada a invejar aos outros dessa lista.

Na verdade, o aplicativo funciona como um maquiador digital poderoso, com o qual você pode fazer retoques divertidos, alterar o tamanho e a cor de seus olhos, colocar uma peruca feminina com vários estilos e penteados, além de mudar sua cor e reflexos.

Por sua vez, o Face Transformation – Gender Changer tem várias ferramentas incríveis que você não deve perder. Por exemplo, se você quiser distorcer seu rosto de acordo com seus gostos, bem como realizar uma operação expressa no nariz, boca ou bochechas, você está a apenas alguns passos de distância.

Se você gosta de filtros, você também tem a oportunidade de acrescentar alguns em suas imagens editadas.

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Aplicativos espiões: Como baixar e Utilizar

Antes de decidir, confira estes pontos

  • Permissões solicitadas. Um aplicativo só deveria pedir o que precisa para funcionar. Pedido de acesso a contatos, mensagens ou acessibilidade sem motivo é sinal de alerta.
  • O que o aplicativo faz de fato. Compare a descrição na loja com as avaliações recentes. A diferença entre as duas costuma revelar o que a propaganda omite.
  • Funciona offline. Se a tarefa é local, exigir conexão significa que seus dados estão sendo enviados para um servidor.
  • Última atualização e suporte. Aplicativo sem atualização recente tende a quebrar com a próxima versão do sistema.

O que esses aplicativos não fazem

Toda categoria tem um limite, e conhecer o desta aqui poupa tempo e dinheiro com quem promete além do que existe.

  • Não fazem o que o hardware do aparelho não permite. Recurso sem sensor correspondente não existe por software.
  • Versão gratuita costuma limitar exportação, aplicar marca-d’água ou restringir o número de usos por dia.
  • Avaliação alta na loja não garante qualidade: vale ler os comentários recentes e negativos.
  • Aplicativo que promete resultado impossível costuma existir só para exibir publicidade.

Perguntas frequentes

Funciona sem internet?

Depende: quem processa no aparelho funciona offline; quem depende de servidor exige conexão.

É seguro instalar?

Baixe pela loja oficial, confira o desenvolvedor, a data da última atualização e as permissões solicitadas.

O aplicativo é gratuito?

Em geral o download é, com recursos limitados ou publicidade. Confira a faixa de preço das compras internas na página da loja.

Ocupa muito espaço?

O tamanho aparece na loja, mas cresce com o uso por causa do cache. Limpar o cache libera espaço sem perder configurações.

Existe alternativa nativa?

Vale checar. Android e iOS trazem várias funções prontas que dispensam instalar mais um aplicativo.

Como tirar proveito de verdade

  1. Revise o consumo depois de uma semana. Nas configurações, veja bateria e dados por aplicativo e restrinja o que estiver alto.
  2. Ajuste as notificações no primeiro dia. Deixar tudo ligado é o motivo mais comum de desinstalação na primeira semana.
  3. Confira o que o aplicativo pede na instalação. Compare as permissões com o que ele faz. É o teste de confiabilidade mais rápido.
  4. Confira se funciona offline. Se a tarefa é local e mesmo assim exige conexão, seus dados estão indo para um servidor.

Erros comuns que custam caro

  • Instalar vários aplicativos que fazem a mesma coisa, todos rodando em segundo plano.
  • Conceder acesso a contatos, mensagens ou acessibilidade sem motivo claro.
  • Ignorar que a versão gratuita limita exportação ou aplica marca-d’água.
  • Escolher pela nota média sem ler os comentários recentes e negativos.

O que o próprio celular já faz

Vale abrir a busca das configurações do celular antes de instalar: Android e iPhone já trazem várias funções prontas, e a nativa costuma consumir menos bateria e não pedir permissão nenhuma além da necessária.

Para onde vai a sua foto depois que você toca em aplicar

Existem dois caminhos possíveis, e eles mudam completamente o que acontece com a sua imagem.

No primeiro, o processamento é feito dentro do aparelho. O modelo já veio junto com o aplicativo, roda no processador do celular e a foto nunca sai dali. No segundo, o aplicativo envia a imagem para um servidor, o servidor devolve o resultado pronto e a sua foto passou a existir em uma máquina que não é sua.

Dá para descobrir qual é o caso sem ler uma linha de documentação. Ative o modo avião e tente aplicar o efeito. Se ele funciona normalmente, o processamento é local. Se o app trava, mostra erro de conexão ou fica girando, a foto estava sendo enviada.

Outro sinal é o tempo de resposta em rede ruim. Efeito que demora bem mais no 4G fraco do que no wi-fi está dependendo de servidor. Efeito local demora sempre o mesmo tanto, porque só depende do processador.

Rosto é dado pessoal sensível na lei brasileira

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, Lei 13.709/2018, separa dados comuns de dados sensíveis. Dado biométrico está na lista dos sensíveis, e imagem facial tratada para identificar uma pessoa entra nessa categoria. O regime é mais rígido: exige base legal específica e, na maioria dos casos de aplicativo de entretenimento, consentimento destacado e informado.

A mesma lei dá direitos a quem aparece na foto. Você pode pedir confirmação de que existe tratamento dos seus dados, pedir acesso ao que a empresa guarda, pedir correção do que estiver errado, pedir eliminação dos dados tratados com base no seu consentimento e revogar esse consentimento a qualquer momento.

Esses direitos são exercidos por pedido ao controlador, normalmente pelo canal de contato ou endereço do encarregado indicado na política de privacidade. Aplicativo que não oferece nenhum canal para isso já está descumprindo a lei, o que por si só diz algo sobre o cuidado da empresa com o resto.

Três coisas para procurar na política de privacidade

Ninguém lê o documento inteiro. Não precisa. Use a busca de texto do navegador e procure por três pontos específicos.

  1. Prazo de retenção. Procure por “retenção”, “armazenamento” ou “excluímos”. A política deve dizer por quanto tempo a imagem fica no servidor. Promessa de apagar logo após o processamento é o melhor cenário. Texto vago do tipo “pelo tempo necessário” não informa nada.
  2. Compartilhamento com terceiros. Procure por “terceiros”, “parceiros” e “provedores”. Compartilhar com serviço de nuvem que hospeda a operação é rotina. Compartilhar com anunciantes, com empresas de análise ou com quem treina modelos é outra história.
  3. Licença de uso da imagem. Esse trecho costuma estar nos termos de uso, não na política. Procure por “licença”, “irrevogável”, “mundial”, “sublicenciável” e “royalty-free”. Uma licença ampla permite que a empresa use a sua foto em material de divulgação e para treinar modelos, sem pagar nada e sem avisar de novo.

Encontrar uma cláusula ampla não significa que a empresa vá usá-la. Significa que ela pode, e que você concordou.

Cadastro, exclusão de conta e desinstalação

Aplicativo que funciona sem login deixa menos rastro. Sem e-mail, sem número de telefone e sem conta em rede social, a foto enviada fica desconectada da sua identidade, ainda que continue no servidor.

Quando o cadastro é obrigatório, a imagem passa a estar vinculada a um identificador seu. Isso facilita exercer os direitos da LGPD, porque a empresa consegue localizar os seus dados, e ao mesmo tempo cria um histórico associado a você.

Desinstalar o aplicativo não apaga nada do servidor. A desinstalação remove o programa e os arquivos locais do aparelho, e só. O que já foi enviado continua onde estava. Para encerrar de fato, é preciso usar a opção de excluir conta dentro do app ou enviar um pedido formal de eliminação ao controlador, e guardar o comprovante do pedido.

Foto de outra pessoa exige autorização

O direito de imagem é um direito da personalidade, tratado no artigo 20 do Código Civil. Usar o rosto de alguém sem autorização, especialmente em publicação, pode gerar dever de indenizar mesmo sem intenção de ofender.

Aplicar filtro de troca de gênero na foto de um amigo e publicar sem perguntar entra nesse terreno. Pedir antes resolve. Vale lembrar que o consentimento é para aquele uso específico, não uma liberação geral.

Foto de criança e adolescente é caso fechado. A LGPD, no artigo 14, exige consentimento específico e destacado de pelo menos um dos pais ou responsável legal para tratar dados de criança. Enviar rosto de menor para um servidor de filtro por diversão não tem justificativa que compense o risco.

Libere uma foto, não a galeria inteira

Versões recentes do Android e do iOS trazem um seletor de fotos do sistema. Ao pedir imagem, o aplicativo recebe apenas o arquivo que você escolheu, sem ganhar acesso ao restante da galeria.

Nas duas plataformas também existe a permissão de acesso parcial, em que você marca quais fotos ficam visíveis para aquele app. Escolher essa opção em vez de “permitir todas” limita bastante o alcance de qualquer coleta.

Depois de usar, vale abrir as configurações do aparelho e revisar o que o aplicativo continua podendo acessar. Fotos, câmera e armazenamento são as permissões que interessam nesse tipo de programa. Qualquer coisa além disso, como contatos ou localização, não tem função em um filtro de rosto.

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Pedro Lorenzo

Pedro Lorenzo

Estudante de TI. Atualmente, atua como redator do portal Moblander, produzindo conteúdos sobre diversos assuntos de relevância nos dias de hoje.