With the growing dependence on smartphones to perform daily tasks, it is common for them to accumulate temporary files, cache and other unwanted data that can affect the device's performance. To keep your cell phone running efficiently, it is essential to regularly clean the memory. Fortunately, there are apps available to make this process easier. In this article, we will explore the best apps to clean your phone's memory.
1. CCleaner
Disponível na Google Play e também na App Store brasileira, pela mesma Piriform, ele é uma ferramenta confiável para limpar a memória do seu celular. Ele permite que você remova arquivos inúteis, limpe o cache de aplicativos e gerencie quais aplicativos estão configurados para iniciar automaticamente com o dispositivo. O CCleaner também oferece recursos de otimização de armazenamento, ajudando você a liberar espaço valioso no seu celular.
2. Files by Google
Files by Google is a lightweight and effective option for cleaning memory on Android devices. Apart from cleaning junk files, it also allows you to share files offline, backup photos and manage your apps efficiently. A unique feature of Files by Google is the ability to identify and suggest deleting poor quality or duplicate photos and videos, saving space on your phone.
3. App Cache Cleaner
If you're primarily concerned about cleaning your app cache, App Cache Cleaner is an excellent choice. This Android app allows you to clear cache for all apps at once or select individual apps to clear. It also provides detailed information about each app's cache size, helping you identify the biggest space hogs.
4. Memory Booster
O Memory Booster é um aplicativo Android projetado especificamente para melhorar o desempenho do seu celular, limpando a memória RAM. Ele permite encerrar processos em segundo plano e liberar RAM com um toque, ainda que o próprio Android já faça esse gerenciamento sozinho na maior parte do tempo. Além disso, o Memory Booster oferece informações em tempo real sobre o uso da RAM, permitindo que você monitore o desempenho do seu celular de forma eficaz.
5. Phone Cleaner
Phone Cleaner is a versatile option for cleaning memory on iOS devices. It offers features to clean temporary files, call history, browser cache, and more. Additionally, the app has a duplicate scanner that helps you identify and remove duplicate photos, videos and other files on your phone, saving valuable space.
Conclusion
Keeping your cell phone's memory clean is essential to ensure it works efficiently and quickly. The apps mentioned in this article are some of the best options available to help with this task. Remember to use these apps sparingly and to back up your important data before performing any cleaning. With the right app choice, you can keep your phone in tip-top shape and make the most of your mobile experience. So, choose one of these apps and start cleaning your phone's memory today!
What to look for before installing
- Does the system already do that?. Android and iOS both come with built-in flashlight, recorder, document scanner, meter, and QR code reader. It's worth checking before installing yet another app.
- Billing model. Check if it's free with ads, a one-time payment, or a subscription. Subscriptions for simple tasks rarely make sense.
- Update frequency. An app that hasn't been updated in over a year is likely to break with the next system version.
- It works offline. Many of these utilities don't require internet access. If an app requires a connection for a local task, you should be suspicious.
What these apps don't do
Before installing, it's worth managing your expectations: there are things that no app in this category delivers.
- Features that rely on missing hardware won't work via software. Without the sensor, no application can solve the problem.
- Apps that promise impossible functions are often advertising platforms, and some request permissions they shouldn't.
- They are not a substitute for professional equipment. Cell phone sensors are for estimation, not for technically precise measurements.
- Cleaning apps don't permanently speed up your device: Android already manages memory on its own.
Frequently Asked Questions
Does it consume a lot of battery?
It depends on what's running in the background. Check the usage per app in the settings and restrict anything that's excessive.
Doesn't the cell phone already do that automatically?
It often does. Flashlight, recorder, document scanning, ruler, and QR code reader are native features in recent versions.
How do I know if an app is trustworthy?
Look at the developer, number of reviews, date of last update, and permissions requested. Those four together say a lot.
Are these apps safe?
Check the permissions and the number of reviews. Any utility that requests access to contacts, messages, or accessibility without a clear reason should be avoided.
Do I have to pay to use it?
In most utilities, no. The free version with ads works fine, and the paid version is for removing ads.
Step-by-step to get started
- Restart before concluding that it's slow. Much of the slowness disappears with a restart, without needing any application.
- See what takes up space before installing a cleaner. In Settings › Storage, the system itself shows the breakdown by type. Almost always the culprits are video and social media cache.
- Clear the cache of larger applications. You can do it app by app in the settings, without installing anything, and without losing your login or settings.
- Uninstall anything that hasn't opened in months. The list by usage time is in the settings. It's the most lasting way to save space.
Traps that catch almost everyone
- Deleting an application folder through the file manager can result in lost data that cannot be recovered.
- Trusting an app that promises functionality without having the corresponding sensor on the device.
- Install three utilities that do the same thing, all running in the background.
- Installing a cleaner that promises to speed up your phone — Android already manages memory on its own, and the gains don't last.
Before installing: what's already on the device
Android and iPhone already include features like a flashlight, voice recorder, document scanning, QR code reader, ruler, compass, level, and screen recording. Before installing, it's worth checking the settings – many people install what they already have.
A ordem real de quem ocupa o seu espaço
Uma distinção rápida antes de tudo: memória RAM é o espaço de trabalho, que se esvazia quando o aparelho desliga, enquanto armazenamento é onde os arquivos ficam guardados de forma permanente. O aviso de “espaço insuficiente” fala do armazenamento, e é dele que trata o restante deste texto.
Quando alguém abre a tela de armazenamento pela primeira vez, costuma procurar o cache. Ele quase nunca é o problema. A distribuição real, na esmagadora maioria dos aparelhos, segue esta ordem:
- Mídia recebida em aplicativos de conversa, com folga o maior volume.
- Fotos e vídeos feitos pela própria câmera.
- Jogos, principalmente os que baixam pacotes extras depois de instalados.
- Downloads esquecidos: documentos, instaladores, arquivos comprimidos.
- Cache e dados temporários, quase sempre no fim da lista.
Uma auditoria manual seguindo essa ordem resolve mais espaço em quinze minutos do que qualquer limpeza automática repetida por meses.
O ponto de partida é o menu de Armazenamento nas configurações do sistema. Ele mostra a divisão por categoria e, ao tocar em cada uma, a lista de aplicativos ordenada pelo tamanho que cada um ocupa somando o próprio programa, os dados e o cache. Esse número é a verdade; a impressão do usuário costuma errar.
Vídeo é o vilão, e a matemática explica
Foto e vídeo não jogam no mesmo campeonato. Um vídeo tem dezenas de imagens por segundo, e cada segundo gravado ocupa muito mais que uma foto isolada.
Um minuto gravado em 4K pesa mais que dezenas de fotos tiradas com o mesmo celular. Vinte minutos de gravação de uma festa infantil ocupam mais espaço que o acervo de fotos de um ano inteiro.
Dois ajustes na câmera mudam esse cenário sem que ninguém perceba diferença na tela do celular:
- Resolução. Gravar em Full HD em vez de 4K reduz muito o arquivo. Para vídeo que será assistido no próprio aparelho ou enviado por mensagem, a diferença visual é pequena.
- Quadros por segundo. Gravar a 60 quadros por segundo praticamente dobra o tamanho em relação a 30. Vale a pena para cena com muito movimento e é desperdício para o resto.
Vídeo em câmera lenta merece atenção especial. Ele é gravado a uma taxa altíssima de quadros e produz arquivos enormes para poucos segundos de resultado.
A pasta de mídia do aplicativo de conversa
Este é o item que mais surpreende na auditoria. Tudo que passou pelos grupos foi baixado e guardado no aparelho: figurinhas, áudios, correntes, vídeos engraçados, fotos repetidas dez vezes por pessoas diferentes.
Dentro do aplicativo existe uma tela de uso de armazenamento que lista as conversas ordenadas pelo espaço ocupado e permite apagar em lote, com filtros para arquivos grandes e para mídia encaminhada muitas vezes. É por ali que a limpeza deve começar, e não por um limpador externo.
A medida de maior efeito, porém, é preventiva: desligar o download automático de mídia, ao menos para grupos e ao menos quando estiver em rede móvel. Com isso, o arquivo só é baixado quando você toca nele.
Antes de apagar, tenha em mente que a mídia antiga pode não estar mais disponível para novo download no servidor. O que for importante deve ser salvo em outro lugar primeiro.
Lixeira da galeria e a nuvem que não libera nada
Dois enganos consomem espaço em silêncio.
O primeiro é a lixeira. Apagar uma foto na galeria a manda para uma pasta de itens excluídos, onde ela costuma ficar por algumas semanas antes de sumir de vez. Enquanto está ali, continua ocupando exatamente o mesmo espaço. Depois de uma limpeza grande, é preciso entrar na lixeira e esvaziá-la.
O segundo é achar que enviar para a nuvem libera espaço. Não libera. O envio cria uma cópia no servidor e mantém o arquivo no aparelho.
Para converter backup em espaço livre, use a função de liberar espaço do aplicativo de fotos, que remove as cópias locais já enviadas. Antes disso, confirme na tela do aplicativo que o backup terminou. E entenda o efeito: depois de liberar, ver aquela foto passa a exigir internet.
Cache, dados, reinstalação e pacotes de jogo
Dentro das informações de cada aplicativo existem dois botões parecidos e muito diferentes.
Limpar cache apaga arquivos temporários, como miniaturas e páginas guardadas para carregar mais rápido. É seguro. O aplicativo continua com login, configurações e conteúdo, apenas fica um pouco mais lento na primeira abertura.
Limpar dados devolve o aplicativo ao estado de recém-instalado. Login, preferências e conteúdo salvo apenas ali desaparecem. Só use com essa consequência clara na cabeça.
Existe um caso em que a reinstalação rende mais que qualquer botão. Aplicativos que acumulam anos de uso ficam com um volume grande de dados internos difíceis de identificar; desinstalar e instalar de novo devolve tudo isso, desde que o login esteja garantido e o que importa esteja em nuvem.
Jogos seguem regra própria. O instalador baixado da loja é pequeno, e o pacote de expansão que ele busca depois costuma ser várias vezes maior. Jogo pesado que não é aberto há meses é o candidato mais fácil da lista.
Cartão de memória, folga mínima e o tamanho que nunca bate
Em aparelhos que aceitam cartão, ele resolve parte do problema, mas não tudo. Fotos, vídeos, músicas, documentos e arquivos baixados podem ficar no cartão sem prejuízo. Já os aplicativos e seus dados, nos sistemas atuais, ficam no armazenamento interno, e mover programas para o cartão deixou de ser possível na maioria dos aparelhos.
Se for usar cartão, prefira um de boa velocidade. Cartão lento trava a gravação de vídeo em alta resolução e deixa a galeria arrastada.
Mantenha sempre de 10% a 15% do armazenamento livre. Sem essa folga, o sistema não tem onde escrever arquivos temporários, e aparecem sintomas que ninguém associa a espaço: lentidão geral, câmera que demora a salvar, aplicativo que fecha sozinho e atualização que falha no meio.
Por fim, o tamanho anunciado na loja nunca bate com o espaço ocupado depois da instalação. O número na loja é o do arquivo comprimido de download. Depois vêm a descompactação, os dados criados na primeira abertura, o conteúdo baixado em seguida e o cache do dia a dia. Um aplicativo listado com poucas dezenas de megabytes pode ocupar vários gigabytes um ano depois.
